Fernando
Kike Barbosa: ator e diretor, com trabalhos
em teatro cinema e televisão. Iniciou sua carreira junto
ao grupo gaúcho "Ói Nóis Aqui Traveiz",
com o qual, ao longo de 8 anos, realizou diversos projetos com
intensa atividade na área da pesquisa teatral, voltada
tanto para espetáculos em ambientes fechados como para
as ruas, exercendo as funções de ator, oficineiro,
diretor e produtor. Entre os espetáculos deste período
destacam-se trabalhos como "Antígona" (1990)
e "Dr. Fausto" (1994), que lhe rendeu o Prêmio
Açorianos de melhor ator-coadjuvante. A partir de 1997
passa a trabalhar com diversos grupos e diretores onde destacam-
se: "Uma Professora Muito Maluquinha" (1997), direção
de Adriane Mottola (Prêmio Tibicuera RS e Prêmio Iznard
Azevedo SC de Melhor Ator-coadjuvante). “Dois Perdidos Numa
Noite Suja" (1997) e "O Barão nas Árvores"
(1998), direção de Roberto Oliveira. “O Beijo
no Asfalto” (1998), direção de Patricia Fagundes.
"Os Crimes da Rua do Arvoredo" (1999), direção
de Camilo de Lélis (Prêmio Açorianos de melhor
Ator). Como diretor realizou: "Álbum de Família"
(1996), indicado para o Prêmio Açorianos de Melhor
Espetáculo, "Dorotéia" (1999), com 6 indicações
ao Prêmio Açorianos incluindo de melhor direção
e espetáculo. Co-dirigiu e atuou em "As Malcriadas"
(2001), com 7 indicações ao Prêmio Açorianos,
incluindo aos de melhor ator-coadjuvante, melhor espetáculo
e melhor direção. Em 2006, ao lado do ator e diretor
Sergio Etchichury, dirigiu "Zona Contaminada". Atualmemte
trabalha regularmente com a Cia. Stravaganza de Teatro e faz parte
dos espetáculos do repertório deste grupo, entre
os quais, “A Comédia dos Erros”, “Bebê
Bum” e “Sacra Folia”.
Adriano
Basegio:
ator,
diretor e professor de teatro e música, Licenciado em Educação
Artística - Hab. Artes Cênicas/UFRGS e Escola de
Música da OSPA. Formação em Mimo Corporal
com Thomas Leabhart (Paris) e École Philippe Gaulier (Paris).
Fez cursos com: Angela de Castro, Yoshi Oida, Sotigui Kouyaté,
Leo Bassi, Grupo Potlasch (Itália), Maria Lúcia
Raymundo, Inês Marocco, Daniela Carmona, Roberto Birindelli,
Grupo LUME, Ivaldo Bertazzo, Luis Carlos Vasconcelos, Moacir Chaves
entre outros. Participou de diversos espetáculos nas funções
de ator e músico, entre eles destacam-se: “O Pequeno
Principe” e "O Parturião" dir. de Néstor
Monastério, "Esconderijos do Tempo" dir. de Elena
Quintana e Marco Fronchetti, "Fellini per Stravaganza"
com Cia Teatro de Satravaganza e "Clownssicos", "Larvárias"
e “O Sonho de uma Noite de Verão” da Cia do
Giro onde também é diretor/fundador ao lado de Daniela
Carmona. No cinema e TV tem participações como ator
e diretor musical: “O tamanho que não cai bem”
– Melhor Curta-Metragem Gaúcho e Prêmio Especial
do Júri - 29º Festival de Gramado, “Noite de
São João” de Sérgio Silva, “Quando
Casar Sara” e “O Mujica” de Hique Montanary
– PREMIO DE MELHOR ATOR COADJUVANTE, “Porto dos Mortos”
de Davi Pinheiro, entre outros. Como diretor destaca-se “O
Sonho de uma Noite de Verão” – 2008, “Encontros”-
2004, “RecicloBrothers” – 2001 e as Co-direções
de “Theatro Esperança” junto com Daniela Carmona
- 2001 e “Memória – A Cidade Invisível”
com Roberto Birindelli – 2000. Desde 1994 ministra cursos
de teatro e música para crianças e adolescentes,
além de cursos periódicos de Formação
de Atores. Professor do TEPA – Teatro Escola de Porto Alegre.
Há 10 anos desenvolve pesquisa sobre a exploração
de Ritmos e Sonoridades para suporte da cena dramática
ministrando oficinas periódicas sobre a pesquisa.
Jezebel
De Carli: atriz, professora e diretora
de teatro. Bacharel em Artes Cênicas pelo Departamento de
Artes Dramáticas/UFRGS. Mestranda do Programa de Pós-
Graduação em Artes Cênicas/DAD/UFRGS. Integrou
a pesquisa “A utilização das energias corporais
no trabalho do ator” sob a orientação de Irion
Nolasco e Maria Lúcia Raymundo. Freqüentou cursos
de aperfeiçoamento com Phippe Gaulier, Thomas Leabhart,
Luis O. Burnier, Eugenio Barba, Carlo Simioni, Pino di Buduo,
Mateo Belli, Vladimir Granov, Fernanda Montenegro, entre outros.
Participou do grupo TEAR, sob a orientação de Maria
Helena Lopes. Professora do curso Graduação em Teatro:
licenciatura da UERGS/FUNDARTE e do Teatro Escola de Porto Alegre/TEPA.
Diretora da Santa Estação Cia. de Teatro, cujo espetáculo
“Parada 400: convém tirar os sapatos” recebeu
o Prêmio Açorianos de Melhor Direção/2005.
Diretora do espetáculo A Tempestade e os Mistérios
da Ilha (adaptação da obra de William Shakespeare)
no ano de 2006, cujo espetáculo recebeu o prêmio
Quero-Quero nas categorias: espetáculo de teatro infantil,
direção, atriz coadjuvante, cenografia, iluminação
e trilha sonora original e recebeu o prêmio Tibicuera de
Teatro infantil/2006 nas categorias: melhor espetáculo
do júri popular, atriz coadjuvante, iluminação,
trilha sonora original e produção. Recebeu o prêmio
Brasken/2007 de melhor espetáculo pelo júri popular.
Diretora do espetáculo “Sentença I: num dia
quente a maionese pode te matar” com a Santa Estação,
companhia que gere a sala 309 do Projeto Usina das Artes da Usina
do Gasômetro. No ano de 2008 dirigiu o experimento musico/teatral
inspirado nas trilhas sonoras das peças da Santa Estação,
chamado “Lipstick Station”. Ainda em 2008 trabalhou
na preparação corporal do espetáculo “A
Comédia dos Erros”, produzido pela Cia Stravaganza,
fez a direção cênica do espetáculo
de dança “Re-sintos” da Muovere Cia de dança,
a direção artística da opereta “La
Serva Padrona” com a Orquestra SESI/FUNDARTE e participou
como atriz do espetáculo “Babel Genet” sob
a direção de Humberto Vieira.