TURMA 01/2010: 16 de março a 20 de julho de 2010
TURMA 02/2010: 03 de agosto a 07 de dezembro de 2010

Dia:
terças e quintas-feiras
Horário: 18h20min às 20h20min
Ministrante: Fernando Kike Barbosa
Assistentes: Adriano Basegio e Jezebel De Carli

Este curso é aberto a qualquer pessoa que queira exercitar seu potencial criativo e comunicativo, trabalhando a desinibição e a expressividade ou uma vocação explícita para as artes cênicas (teatro, cinema e televisão). Proporciona, no final do curso, uma montagem, colocando os alunos em seu primeiro contato com o público.

>>> não há prova de seleção para o nível básico
>>> este curso serve como preparação opcional para o Curso de Formação, no nível intermediário

Fernando Kike Barbosa: ator e diretor, com trabalhos em teatro cinema e televisão. Iniciou sua carreira junto ao grupo gaúcho "Ói Nóis Aqui Traveiz", com o qual, ao longo de 8 anos, realizou diversos projetos com intensa atividade na área da pesquisa teatral, voltada tanto para espetáculos em ambientes fechados como para as ruas, exercendo as funções de ator, oficineiro, diretor e produtor. Entre os espetáculos deste período destacam-se trabalhos como "Antígona" (1990) e "Dr. Fausto" (1994), que lhe rendeu o Prêmio Açorianos de melhor ator-coadjuvante. A partir de 1997 passa a trabalhar com diversos grupos e diretores onde destacam- se: "Uma Professora Muito Maluquinha" (1997), direção de Adriane Mottola (Prêmio Tibicuera RS e Prêmio Iznard Azevedo SC de Melhor Ator-coadjuvante). “Dois Perdidos Numa Noite Suja" (1997) e "O Barão nas Árvores" (1998), direção de Roberto Oliveira. “O Beijo no Asfalto” (1998), direção de Patricia Fagundes. "Os Crimes da Rua do Arvoredo" (1999), direção de Camilo de Lélis (Prêmio Açorianos de melhor Ator). Como diretor realizou: "Álbum de Família" (1996), indicado para o Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, "Dorotéia" (1999), com 6 indicações ao Prêmio Açorianos incluindo de melhor direção e espetáculo. Co-dirigiu e atuou em "As Malcriadas" (2001), com 7 indicações ao Prêmio Açorianos, incluindo aos de melhor ator-coadjuvante, melhor espetáculo e melhor direção. Em 2006, ao lado do ator e diretor Sergio Etchichury, dirigiu "Zona Contaminada". Atualmemte trabalha regularmente com a Cia. Stravaganza de Teatro e faz parte dos espetáculos do repertório deste grupo, entre os quais, “A Comédia dos Erros”, “Bebê Bum” e “Sacra Folia”.

Adriano Basegio: ator, diretor e professor de teatro e música, Licenciado em Educação Artística - Hab. Artes Cênicas/UFRGS e Escola de Música da OSPA. Formação em Mimo Corporal com Thomas Leabhart (Paris) e École Philippe Gaulier (Paris). Fez cursos com: Angela de Castro, Yoshi Oida, Sotigui Kouyaté, Leo Bassi, Grupo Potlasch (Itália), Maria Lúcia Raymundo, Inês Marocco, Daniela Carmona, Roberto Birindelli, Grupo LUME, Ivaldo Bertazzo, Luis Carlos Vasconcelos, Moacir Chaves entre outros. Participou de diversos espetáculos nas funções de ator e músico, entre eles destacam-se: “O Pequeno Principe” e "O Parturião" dir. de Néstor Monastério, "Esconderijos do Tempo" dir. de Elena Quintana e Marco Fronchetti, "Fellini per Stravaganza" com Cia Teatro de Satravaganza e "Clownssicos", "Larvárias" e “O Sonho de uma Noite de Verão” da Cia do Giro onde também é diretor/fundador ao lado de Daniela Carmona. No cinema e TV tem participações como ator e diretor musical: “O tamanho que não cai bem” – Melhor Curta-Metragem Gaúcho e Prêmio Especial do Júri - 29º Festival de Gramado, “Noite de São João” de Sérgio Silva, “Quando Casar Sara” e “O Mujica” de Hique Montanary – PREMIO DE MELHOR ATOR COADJUVANTE, “Porto dos Mortos” de Davi Pinheiro, entre outros. Como diretor destaca-se “O Sonho de uma Noite de Verão” – 2008, “Encontros”- 2004, “RecicloBrothers” – 2001 e as Co-direções de “Theatro Esperança” junto com Daniela Carmona - 2001 e “Memória – A Cidade Invisível” com Roberto Birindelli – 2000. Desde 1994 ministra cursos de teatro e música para crianças e adolescentes, além de cursos periódicos de Formação de Atores. Professor do TEPA – Teatro Escola de Porto Alegre. Há 10 anos desenvolve pesquisa sobre a exploração de Ritmos e Sonoridades para suporte da cena dramática ministrando oficinas periódicas sobre a pesquisa.

Jezebel De Carli: atriz, professora e diretora de teatro. Bacharel em Artes Cênicas pelo Departamento de Artes Dramáticas/UFRGS. Mestranda do Programa de Pós- Graduação em Artes Cênicas/DAD/UFRGS. Integrou a pesquisa “A utilização das energias corporais no trabalho do ator” sob a orientação de Irion Nolasco e Maria Lúcia Raymundo. Freqüentou cursos de aperfeiçoamento com Phippe Gaulier, Thomas Leabhart, Luis O. Burnier, Eugenio Barba, Carlo Simioni, Pino di Buduo, Mateo Belli, Vladimir Granov, Fernanda Montenegro, entre outros. Participou do grupo TEAR, sob a orientação de Maria Helena Lopes. Professora do curso Graduação em Teatro: licenciatura da UERGS/FUNDARTE e do Teatro Escola de Porto Alegre/TEPA. Diretora da Santa Estação Cia. de Teatro, cujo espetáculo “Parada 400: convém tirar os sapatos” recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Direção/2005. Diretora do espetáculo A Tempestade e os Mistérios da Ilha (adaptação da obra de William Shakespeare) no ano de 2006, cujo espetáculo recebeu o prêmio Quero-Quero nas categorias: espetáculo de teatro infantil, direção, atriz coadjuvante, cenografia, iluminação e trilha sonora original e recebeu o prêmio Tibicuera de Teatro infantil/2006 nas categorias: melhor espetáculo do júri popular, atriz coadjuvante, iluminação, trilha sonora original e produção. Recebeu o prêmio Brasken/2007 de melhor espetáculo pelo júri popular. Diretora do espetáculo “Sentença I: num dia quente a maionese pode te matar” com a Santa Estação, companhia que gere a sala 309 do Projeto Usina das Artes da Usina do Gasômetro. No ano de 2008 dirigiu o experimento musico/teatral inspirado nas trilhas sonoras das peças da Santa Estação, chamado “Lipstick Station”. Ainda em 2008 trabalhou na preparação corporal do espetáculo “A Comédia dos Erros”, produzido pela Cia Stravaganza, fez a direção cênica do espetáculo de dança “Re-sintos” da Muovere Cia de dança, a direção artística da opereta “La Serva Padrona” com a Orquestra SESI/FUNDARTE e participou como atriz do espetáculo “Babel Genet” sob a direção de Humberto Vieira.